Trabalho temporário (H)
Se estiver pensando em conseguir um emprego temporário nos EUA, você precisará de uma petição de trabalho (Form I-129) submetida pelo empregador norte-americano à aprovação do Serviço de Cidadania e Imigração dos Estados Unidos (USCIS).
Ocupação de especialista (H-1B)
Esse visto é concedido para trabalhadores que pretendem atuar em uma função pré-contratada. Para se candidatar a esse tipo de autorização, você precisa ter formação universitária concluída ou uma certificação profissional com habilidades diferenciadas.
O visto H-1B pode durar até três anos, podendo ser estendido sem ultrapassar o limite de seis anos. Cônjuges e filhos não casados, e com menos de 21 anos, podem acompanhar o portador do visto H-1B. Para eles, será emitido o visto H-4, que não dá direito a trabalhar nos EUA.
Trabalho qualificado e não qualificado (H-2B)
Voltado para profissionais qualificados e não qualificados, esse visto de trabalho nos EUA é concedido para quem pretende ocupar uma vaga de natureza sazonal ou temporária, em áreas em que falta mão de obra entre norte-americanos e residentes legais. O visto H2B tem duração inicial de um ano, podendo ser estendido até três anos.
Neste caso, o empregador terá de requerer junto ao Departamento do Trabalho um certificado que confirme não haver trabalhadores norte-americanos qualificados para as funções. E que por essa razão precisam ser contratados trabalhadores estrangeiros.
Ainda será necessário submeter uma petição junto ao USCIS.
Estagiários (H-3)
Essa autorização para trabalhar nos EUA é concedida a estagiários estrangeiros que pretendem imigrar para receber treinamento em qualquer área não relacionada à graduação ou capacitação acadêmica.
Tendo o visto H-3, o estrangeiro não pode ser um empregado produtivo, e o treinamento não deve existir em seu país. Como na concessão dos outros vistos de trabalho nos EUA, o empregador precisa submeter uma solicitação ao USCIS para que o treinamento seja autorizado.
Empreendedorismo (EB-5)
Para quem pretende empreender nos Estados Unidos, existe o visto de investidor EB-5. Com ele o brasileiro obtém o direito de morar no país em troca de investir em projetos de empreendedorismo em regiões onde o índice de desemprego é alto.

Caso deseje entrar no país com o passaporte italiano, você não precisa de visto de turista. Se a proposta da viagem for somente turismo, a imigração americana permite que você fique no país até 3 meses sem necessidade de visto.

São opções de intercâmbio voltados a quem quer viver a experiência de investir em uma experiência de trabalho nos EUA. A maioria desses programas oferece remuneração se a pessoa que se candidatar à vaga tiver, pelo menos, com nível intermediário de inglês. Diferentemente do que muitos imaginam, nem sempre é necessário ser estudante nos EUA para participar desses programas.

O visto de entrada nos Estados Unidos é necessário para todo cidadão brasileiro, inclusive crianças, mesmo que esteja simplesmente em trânsito em um aeroporto americano. Mas, se você tem dupla nacionalidade e passaporte de um dos países participantes do Programa de Isenção de Visto, é possível que não precise do visto em viagens a turismo, negócios ou trânsito. Isso só vale se o seu passaporte preencher os requisitos exigidos pelo governo americano.

Após preencher o formulário online DS-160 para obter o visto americano de turista, retorne ao site e compete as seguintes etapas:
Atenção! O calendário para agendar a entrevista, última etapa da solicitação do visto, só ficará disponível no site após a liberação do pagamento da taxa MRV.

Para tirar o visto americano de estudante, após ser admitido em uma instituição de ensino ou como participante de um programa de intercâmbio, você deve cumprir os seguintes requisitos:

Se o pagamento for à vista, não é necessário. Você pode procurar o seu próprio banco ou uma casa de câmbio, para enviar o dinheiro para os Estados Unidos. Porém, caso deseje financiar o imóvel, vai precisar abrir uma conta em um banco americano.

Normalmente, os vistos para os Estados Unidos são entregues no prazo de dez dias úteis. Mas, alguns pedidos exigem um tempo mais longo de avaliação. Para checar o status da sua solicitação acesse a página de vistos do Departamento de Estado americano, em inglês. Para evitar prejuízos, só conclua a programação de sua viagem quando estiver com o visto em mãos.

Para tirar o Social Security Number (SSN), número do seguro social, você vai precisar de seu passaporte e de documentos que comprovem sua situação de imigrante: formulário SS-5-INST-PE, formulário I-94 (registro de chegada/partida) e formulário I-766 (cartão de autorização de emprego).
Caso você tenha o visto J-1 ou J-2 será necessário apresentar o Certificado de Elegibilidade para Estado de Visitante de Intercâmbio. E mais: estudantes J-1 que estejam fazendo estágio ou na condição de visitantes internacionais terão de apresentar também uma carta do patrocinador do visto.
Quem tem visto de estudante F-1 ou M-1 (não-imigrante) terá de apresentar o formulário I-20, que é o Certificado de Elegibilidade de Estudante Não-imigrante.
O SSN equivale ao CPF brasileiro e com ele você poderá comprovar que está apto a receber benefícios sociais, além de informar seu salário ao governo dos EUA.

Nos Estados Unidos o ano letivo e de Agosto/Setembro a Maio/Junho e as escolas começam os processos de matrículas geralmente em Fevereiro/Março. Caso já tenha escolhido a região onde irá morar, os passos para matricular crianças em escolas públicas nos EUA são os seguintes:

Antes de começar a preencher o formulário DS-160, primeiro passo para solicitar o visto americano, tenha em mãos passaporte, informação sobre vistos anteriores para os Estados Unidos, se houver, e qualquer outro documento ou informação importante para a viagem que pretende fazer. Esses dados serão necessários para o preenchimento do formulário. Assim como seu endereço no Brasil e do lugar onde planeja ficar nos EUA, entre outros dados.

Não. O visto de turista só permite que você fique no país por até seis meses, e essa autorização também não dá a você condições para trabalhar legalmente nos EUA.

Quem pretende estudar nos EUA deve comprovar para a instituição de ensino e para o governo americano que tem condições de se manter no país. A apresentação de extratos bancários é uma das principais solicitações no momento de tirar o visto americano de estudante. Além disso, documentos como carteira de trabalho, contracheques e declarações recentes de imposto de renda são fundamentais.

Infelizmente não existe nenhum programa imigratório atual no qual permita que indivíduos sem status recebam algum visto ou green card com permissão de trabalhar nos EUA. No seu caso, a única opção seria ter algum familiar ou relativo (pai, mãe, esposa, ou marido) que seja cidadão americano ou residente permanente (Green Card) para aplicar por um pedido de perdão. As notícias sobre o governo mencionam que apenas indivíduos com casos aprovados poderão solicitar acomodações para trabalharem na área de saúde, sendo profissionais qualificados.

As taxas de solicitação para o visto americano são válidas para uso por um ano, a partir da data da compra. Caso você não a utilize neste período, ela perderá a validade.

Com a autorização permanente, o green card, você terá os mesmos direitos de alguém com cidadania americana. Mas, como estrangeiro, mesmo com residência fixa no país, não poderá ficar mais de um ano no exterior – nem passar longos e sucessivos períodos fora dos Estados Unidos.

Sim. Se o estudante não comparecer às aulas ou se envolver em problemas, a instituição de ensino pode cancelar o I-20. Se isso acontecer, ele perde o visto de estudante e deverá sair dos Estados Unidos para não ficar ilegalmente no país.

No consulado dos Estados Unidos, a entrevista costuma ser rápida, de apenas alguns minutos, e você fica sabendo na hora se a sua solicitação foi aceita ou não. Mas, antes de ir à entrevista no consulado, você precisa comparecer a um Centro de Atendimento ao Solicitante de Visto (CASV). Lá, você vai gravar suas digitais e tirar uma foto. É possível agendar a visita para o mesmo dia da entrevista para o visto americano. Neste site, você encontra mais informações sobre o assunto.

Há cinco tipos de vistos na categoria Employment Based, que pode garantir residência permanente a quem for trabalhar nos EUA. Confira:
Habilidades especiais (EB1)
Essa autorização para é destinada a profissionais com que habilidades extraordinárias comprovadas em segmentos como artes, ciências, educação, negócios e atletismo. É para aqueles profissionais reconhecida,s nacionalmente, ou até mesmo fora de seus países, por suas contribuições profissionais. Artistas, cientistas, atletas e empresários se qualificam para esta categoria de visto, desde que atendam às exigências do Serviço de Cidadania e Imigração dos Estados Unidos (USCIS).
Histórico de destaque (EB2)
Para fazer parte desta categoria você precisa comprovar um histórico profissional de destaque. Estrangeiros que entram nos Estados Unidos com vistos EB-2 colaboram diretamente com o mercado de trabalho americano, suprindo eventuais deficiências locais.
Arquitetos, dentistas, enfermeiros, engenheiros, fisioterapeutas, médicos, pilotos de avião, profissionais de TI, entre outros, podem ser elegíveis para esta categoria. Há situações em que o visto EB-2 pode ser emitido sem que nem mesmo haja uma oferta de trabalho ou um empregador.
Trabalho especializado (EB3)
Essa autorização é destinada a determinados profissionais especializados com, no mínimo, dois anos de experiência ou treinamento. Nesse caso, são profissionais cujo trabalho nos EUA exige, ao menos, um bacharelado americano ou grau de educação equivalente em outro país. Para se candidatar ao EB3, você terá que receber uma oferta de trabalho de um empregador nos Estados Unidos e se submeter ao Departamento de Trabalho dos Estados Unidos para conseguir uma certificação de trabalho (labor certificate).
Imigrantes especiais (EB-4)
Trabalhadores religiosos, membros de entidades diplomáticas e de algumas organizações internacionais, integrantes das forças armadas, funcionários do governo americano que trabalham no exterior têm direito a esse visto, criado para atender determinados imigrantes.
Investidor (EB-5)
Esse é conhecido como o “visto de investidor”. Ele pode ser obtido por estrangeiros que pretendem empreender nos Estados Unidos. Além de um investimento mínimo cujo valor será determinado conforme a localidade em que você planeja investir, é preciso comprovar que o negócio criado vai criar empregos. Inicialmente, o EB-5 concede um green card provisório e, depois, o definitivo, se o empresário conseguir demonstrar que seu empreendimento nos EUA se mantém operante e rentável.

Você precisará, antes de qualquer coisa, saber o tipo de visto necessário para a viagem que está planejando. O visto de turista para os Estados Unidos comum é o B-2. Para identificar outros tipos, consulte aqui. Sabendo qual visto é o adequado para você, preencha o formulário DS-160.

A chamada taxa MRV custa US$ 160 para o visto de turista para os Estados Unidos. Ela pode ser paga com cartão de crédito ou boleto bancário – neste caso, o consulado pode demorar até três dias para confirmar o recebimento. Fique atento! A taxa pode ser utilizada para completar apenas um requerimento. Se o visto for negado, você terá de pagar uma nova taxa para fazer outra solicitação. Clique aqui para ter informações sobre todas as taxas.

O formulário I-901 é outro documento importante para o seu processo de candidatura a um visto de estudante nos EUA. Com o seu formulário I-20, você pode pagar a taxa do SEVIS I-901 e agendar a visita ao consulado americano. O comprovante de pagamento dessa taxa também é necessário para a concessão do visto de estudante. Instruções para completar o formulário SEVIS I-901 para taxa e assinaturas associadas serão fornecidas pela instituição de ensino americana.

Antes de abrir uma conta bancária nos EUA é importante pesquisar. Há uma ampla oferta de bancos privados, portanto, é interessante comparar tarifas, produtos e serviços oferecidos pelas instituições com suas necessidades do dia a dia. Estudantes universitários, por exemplo, são clientes isentos de tarifas mensais. Taxas e saldos mínimos para a manutenção da conta variam de banco para bancos. Fique atento!
Existem dois principais tipos de contas nos bancos americanos, assim como no Brasil: a conta corrente (checking account) e a conta poupança (savings account).
Ao abrir uma conta corrente, você recebe um cartão de débito para compras à vista e sacar dinheiro em caixas eletrônicos. É o serviço adequado para movimentar o dinheiro das despesas do mês. Já na conta poupança podem ser depositados valores mais altos, para serem retirados a longo prazo.

Ela pode se candidatar se estiver cursando o terceiro ano do ensino médio no Brasil. Se vocês já sabem quais universidades ela gostaria de estudar, informem-se sobre os requisitos para participar do processo seletivo de cada uma delas. Fiquem atentas para o fato que estudantes estrangeiros precisam comprovar a fluência no inglês, então ela vai precisar ser aprovada no TOEFL ou no IELTS, por exemplo. Outra prova que será obrigatória é o SAT - Scholastic Assesment Test. Com todos os documentos em mãos, ela poderá se inscrever no processo seletivo e, sendo admitida, deverá tirar o visto de estudante.

Se vocês optem por matricular as crianças em uma escola pública nos Estados Unidos, o ideal é pesquisar no site do distrito escolar se as escolas que atendem a região onde vão morar são boas. Caso escolham por colocar seus filhos em uma escola particular, podem escolher onde morar sem se preocuparem com a qualidade de ensino na região.

Sim. Aqueles que conseguem o visto EB (Employment Based) são incluídos em uma categoria criada pela Imigração americana que permite a alguns estrangeiros morar permanentemente nos Estados Unidos. Ou seja, passam a ter direito ao green card. Os fatores fundamentais que dão direito ao EB estão relacionados a carreira, formação acadêmica, emprego, trabalho especializado ou investimento.

Este é o principal documento para você conseguir um visto de estudante nos Estados Unidos. O I-20 é um formulário de imigração usado por instituições de ensino para mostrar que o candidato a uma vaga em escolas e universidades americanas tem condições de obter o visto de estudante F-1. Quando uma instituição de ensino aceita a sua matrícula e emite o I-20 torna-se responsável por manter seu status de estudante. A escola ou universidade precisa informar ao governo dos EUA se você está cumprindo suas obrigações como aluno.

Nos EUA não existe férias remuneradas. Enquanto no Brasil, o trabalhador está habituado a ter 1 mês de férias remuneradas, nos Estados Unidos tudo vai depender do contrato de trabalho que será firmado entre empregador e empregado. Não existe obrigatoriedade, pode ser concedido como um benefício. Mas, o mais comum, é que o empregado escolha o período para tirar suas férias, sem receber pagamento durante o mesmo.

Buscar trabalho nos EUA para brasileiros requer um visto. Como falamos anteriormente, surgem riscos ao entrar ilegalmente no país. No entanto, existem vários tipos de autorização diferentes.

Na data agendada para a entrevista do visto americano, você deve levar os seus documentos pessoais e aqueles que provem suas condições financeiras para fazer a viagem e voltar (carteira de trabalho, comprovantes de renda, contracheques, extratos bancários, cópias de declarações de Imposto de renda etc). É importante também ter comprovações de que você tem vínculos com o Brasil e que por isso, tem motivos para retornar. Mesmo que não sejam solicitados, podem ser levados documentos como certidões de casamento e de nascimento de filhos, comprovantes de matrículas em cursos, escrituras de imóveis ou uma certificação recente de CNPJ, caso você mantenha um negócio.

O documento está disponível neste site, onde você encontra as informações oficiais sobre como obter o visto de entrada nos Estados Unidos.
Escolha o local onde fará sua entrevista. Além da embaixada em Brasília, os vistos americanos são emitidos pelos consulados dos Estados Unidos no Brasil, localizados nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Recife. Em seguida, clique em “Start An Application”, para iniciar sua candidatura ao visto. Anote o número do seu formulário e a resposta à pergunta de segurança.

Normalmente, o processo para comprar uma casa nos EUA é simples, o processo é bem menos burocrático que no Brasil. Você precisará apresentar apenas o passaporte e um visto válido, ainda que seja de turista ou de estudante.

Você precisa ficar muito atento ao preenchimento desse formulário que é o principal para tirar o visto americano. Até um erro de digitação pode fazer com que a entrevista seja remarcada. É importante também salvar cada etapa do documento. Assim, você poderá ir preenchendo o formulário aos poucos e revisar as informações. O envio é feito eletronicamente.

Ter um perfil no LinkedIn é bastante recomendável, porque essa rede social é bastante usada por empresas norte-americanas que disponibilizam vagas de emprego. Assim, selecionam candidatos para entrevistas, até mesmo em outros países. Portanto, é uma forma de conseguir um trabalho nos EUA para brasileiros.
Tenha um perfil completo e atualizado no site. Se alguma empresa gostar do seu perfil, ela consegue ajudar com todos os trâmites legais. Também tenha atenção, pois diversas empresas criam processos de recrutamento dentro dessa plataforma.

O sistema tributário Americano funciona com base em alíquotas progressivas, assim como no Brasil. A alíquota varia de 10% a 37% e o valor que você irá pagar vai depender da faixa de imposto de renda em que você se encontra, com base na sua renda anual nos Estados Unidos. Quanto mais alta for a sua renda, mais alta será a alíquota.

Sim, existe essa possibilidade. Todos os estudantes de graduação e pós-graduação estão autorizados a trabalhar até 20 horas semanais no campus durante o curso e 40 horas por semana nas férias. A permissão, nestes casos, não está relacionada ao visto de estudo, e o aluno internacional não precisa trabalhar na área de estudo. As vagas, geralmente, estão nas cafeterias, lanchonetes e bibliotecas do campus.

A taxa para vistos F-1 e M-1 é de US$ 200 e para vistos J-1, US$ 180.

Se você quer estudar nos EUA, mas não tem como comprovar renda, precisará de uma carta de suporte financeiro. O documento, também chamado de declaração de suporte financeiro, comprova que alguém será o responsável pelos custos necessários para sua viagem e período de intercâmbio.

O SSN é uma identificação necessária para receber pagamentos, adquirir crédito, fazer transações bancárias, entre outros serviços. Ele é concedido somente a imigrantes legais, que possuem visto de trabalho.Sem cumprir essa exigência, a possibilidade de você encontrar uma boa vaga também é menor.

Você pode fazer isso sim, mas não terá garantias que conseguira retornar aos Estados Unidos. O oficial de imigração pode lhe questionar sobre o motivo das suas visitas constantes. Se a sua intenção é de permanecer mais tempo no país, a recomendação é que avaliar quais outros tipos de visto que se encaixam mais com esse objetivo.

É possível sim conseguir uma vaga de emprego nos EUA à distância, pois, frequentemente, empresas americanas buscam por especialistas para setores em que há déficit de profissionais no país, como tecnologia da informação, engenharia e matemática. Se trabalhar nos EUA for o seu objetivo, fique atento aos anúncios de sites como LinkedIn, Glassdoor e Indeed.

Oferecer seu trabalho depende de ter um currículo. No entanto, ele deve estar nos moldes norte-americanos, a fim de atender às exigências solicitadas. Basicamente, ele deve conter:
professional experience (experiência profissional);
qualifications summary (formação acadêmica);
languages and key skills (idiomas e informática),
references (referência).

Apesar de muitas pessoas conseguirem matricular alunos em escolas públicas com visto de turista, isso não é recomendável, uma vez que o propósito do visto de turista nos Estados Unidos é de viagem e não de estudo. Ao se matricular na escola pública, você pode levar as autoridades a interpretarem que possui intenção de viver no país e não de passear. Isso pode ter consequências graves, como o cancelamento do visto e o impedimento de retornar aos EUA.

Durante a entrevista, que dura apenas alguns minutos, serão feitas, basicamente, as mesmas perguntas que você respondeu no formulário DS-160 (motivo da viagem, local onde ficará e por quanto tempo, seu estado civil, sua atividade profissional, sua renda mensal etc). Então, para aumentar suas chances de obter o visto americano, fique atento às informações preenchidas no documento online. Respostas divergentes podem impedir a autorização para sua entrada nos Estados Unidos.

Este formulário é o primeiro passo para você solicitar o visto americano, a autorização de entrada nos Estados Unidos também chamada de Visa. O documento só pode ser preenchido em inglês, com todas as informações corretas. Mas, no site, colocando o cursor em cima da pergunta, ela aparece em português.

Sim. É importante que a Imigração tenha a certeza de que você pretende voltar ao Brasil depois de estudar nos EUA. Para comprovar essa intenção, apresente documentos como passagem aérea de retorno, carteira de trabalho, registro de imóvel em seu nome, matrícula em algum curso em andamento – e que tenha sido trancado – no Brasil.

Antes de conhecer os diferentes tipos de visto, você precisa saber que para obter qualquer visto de trabalho para os EUA, é necessário ter fluência em inglês. Tal condição será comprovada durante entrevistas com a Imigração e a embaixada.

O tempo de espera para conseguir o green card é variável. Em média, a liberação pode levar de um a cinco anos, de acordo com a situação.

Além da taxa de solicitação, nenhuma outra é cobrada para tirar o visto americano de turista. Mas, existem taxas adicionais para outras categorias de vistos, que devem ser pagas imediatamente após o término da entrevista de visto, caso o mesmo seja aprovado. Neste caso, o pagamento será feito no caixa da Seção Consular, em dólares ou reais, e também com cartão de crédito internacional.

Diferente do Brasil, o salário nos EUA é calculado por hora de trabalho. A média da carga horária é de 34,5 horas por semana e o valor mínimo da hora trabalhada estabelecido por lei é de US$ 7,25.
O valor da hora trabalhada também varia de acordo com o estado. Na capital, Washington D.C, o mínimo é de US$ 11,50 por hora, enquanto na Califórnia, de US$ 10,50 por hora. Cidades como Los Angeles e São Francisco começaram a implementar o mínimo de US$ 15. Assim, os ganhos mensais chegam a aproximadamente US$ 1.256, dependendo do tipo de emprego.

Sim. O visto F-1 é necessário para quem quer fazer ensino fundamental, ensino médio, cursos universitários e de treinamento em inglês; já o M-1 é destinado a estudantes de instituições não-acadêmicas. Os participantes de intercâmbio que querem estudar e trabalhar nos EUA precisam tirar o visto J-1.

AU PAIR
É um dos programas de trabalho nos Estados Unidos mais populares. Podem se candidatar mulheres com idades entre 18 e 26 anos que irão cuidar de crianças. A participante do programa tem a oportunidade de viver o cotidiano de uma família que mora nos Estados Unidos. Durante o programa, além de terem acomodação garantida, as participantes recebem um salário em dólares e podem aproveitar as férias para explorar o país. Também faz parte dos benefícios do programa um curso – à escolha da participante – que poderá ser conciliado com o trabalho na casa da host family.
Disney Cultural Exchange Program
Muito concorrido, este programa permite aos participantes trabalhem na maior empresa de entretenimento do mundo. Para participar você precisa ser universitário e estar matriculado entre o segundo e o último semestre de um curso reconhecido pelo MEC. O nível de inglês precisa ser avançado.
É realizado no período de férias de verão no Brasil, oferecendo aos candidatos aprovados a possibilidade de treinar o inglês e conseguir experiência em segmentos como turismo, hotelaria, gastronomia e administração.
Monitor de acampamento
Neste programa, jovens de 18 a 30 anos passam dez semanas cuidando de crianças e adolescentes em acampamentos típicos do verão americano. As atividades podem variar de acordo com suas habilidades e experiências pessoais. Os cargos mais comuns são os de Cabin Counselor (responsável por solucionar eventuais conflitos, acompanhar e supervisionar as crianças durante atividades rotineiras) e o de Activity Specialist (responsável por orientar as crianças na prática de esportes, oficinas de culinária ou aulas de artesanato). No término do programa, os monitores recebem ajuda de custo que pode variar entre US$ 1.300 a US$ 1.750, dependendo de sua faixa etária.

O sistema de saúde nos EUA não é universal nem gratuito. É necessário pagar pelos tratamentos médicos e a despesa pode ser bem alta no país. Para residentes permanentes e cidadãos americanos, existem opções de programas públicos de saúde como Medicaid e Medicare. Mas, em geral, para ter direito a atendimento médico será necessário contratar um seguro de saúde.
Diferentes dos planos de saúde conhecidos pelos brasileiros, os seguros de saúde oferecidos pelo mercado privado americano são de três tipos:

Um novo visto americano pode ser solicitado a qualquer momento. No entanto, você terá de apresentar novo formulário e pagar novamente a taxa de solicitação. Uma dica: se for possível, aguarde até que possa comprovar seus fortes vínculos com o Brasil (profissionais, familiares, financeiros etc), afinal, estes aspectos serão analisados outra vez na próxima entrevista.

A principal condição para estabelecer residência definitiva, ou seja, morar nos EUA, é obter o green card.

Investir em um curso nos Estados Unidos aumenta as chances de conseguir emprego. Por isso, muitos brasileiros tiram visto de trabalho e estudo para fazer cursos profissionalizantes, especialização, mestrado e até doutorado. Com um diploma emitido nos EUA ficará mais fácil encontrar trabalho.

Assim como no caso do visto de turista, a entrevista no consulado costuma ser rápida. Mas, você terá de responder a algumas questões específicas: os motivos que o levaram a escolher estudar nos Estados Unidos, por que optou por determinado curso ou universidade, o objetivo do intercâmbio e o que pretende fazer depois que terminar os estudos.

Você pode solicitar o Green Card, visto de permanência definitiva nos Estados Unidos nas seguintes situações:
